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GB Blog: Professor e o desafio de transformar problema em solução

O caminho de um aluno na arte suave está diretamente relacionado ao comportamento dele dentro do tatame. Claro que existem regras de comportamento a serem seguidas, mensagens no final da aula – que por muitas vezes servem para levar o estudante a refletir sobre suas ações, os exemplos diários, as diretrizes, mas, embora tudo isso exista, o professor é o figura que mais influência na vida do seu pupilo.

Professores por si só lidam com diferentes perfis dentro das suas escolas. Porém, quando se fala em luta, o olhar sobre o que é um professor muda. Sensei, mestre, instrutor ou líder, independente de como um responsável por uma turma é chamado, ele sempre terá nos seus caminhos um desafio: transformar.

img_2021Os ensinamentos técnicos, assim como os subjetivos são ensinados diariamente, contudo isso não quer dizer que todos os dias, cada aluno seu aprenderá aquilo que você transmite. Entre uma turma, sempre haverá um indivíduo de perfil que ofereça algum tipo de resistência para aprender, não as técnicas, mas aquilo que chamados de espírito de equipe. Esse tipo de aluno, não é um problema, mas um desafio e mostrá-lo o caminho requer persistência, paciência e compaixão.

No PCI5, o professor ou instrutor GB aprende a lidar com esse tipo de caso, mas vamos conferir a seguir algumas dicas essenciais para fazer do que seria complicado, o exemplo.

  • Se um aluno se mostrar extremamente competitivo, chame-o em particular e frise a importância da coletividade. Todos aprendem um com os outros, devemos pensar pelo coletivo e não pelo individual. Afinal, somos uma equipe.  Esse tipo de atitude previne possíveis desentendimentos entre os alunos. Aproveite as mensagens para reforçar esse pensamento.

    “Eu aprendi com a história da humanidade que os homens que trabalham em conjunto foram mais bem-sucedidos do que aqueles que trabalhavam sozinhos. O grupo fortalece.” (Mestre Carlos Gracie Jr)

  • Se o problema persistir, chame o aluno para o seu escritório. Deixe a pessoa desabafar e falar sobre suas preocupações e frustrações. 
  • Resista à tentação de interromper e rebater seus pontos.

  • Repita as preocupações que você acabou de escutar. “Eu entendo que você está chateado com ‘X’.” Isso ajuda a validar as opiniões dos outros e lhe dá algum tempo para organizar suas ideias e responder.

  • Retirar um aluno do tatame deve ser sua última medida. Isso só deve acontecer em caso de extrema necessidade.

Esses ensinamentos e conversas ajudam o aluno a viver melhor em grupo, fortalecem a união e o bem estar na sua escola.

 

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