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GB Blog: Os 3 erros mais cometidos por Professores e Instrutores – Como previni-los

Os erros fazem parte da construção e aperfeiçoamento profissional de um indivíduo em diferentes áreas. Nos tatames, os ditos “erros” funcionam como aprendizados. Errar de fato é uma ação humana e os professores “não devem” – entre aspas mesmo, porque se colocam numa posição de total superioridade, estar isentos a isso.

Por falta de consciência ou não, instrutores e professores (faixas preta ou não) acreditam que estar 100% das vezes certo, mesmo que haja algo errado, é cumprir o seu papel diante da turma que o cerca. Fazer vista grossa as falhas, mostrando-se totalmente correto sempre, não é o verdadeiro papel de quem ensina.

No blog de hoje reunimos os 3 erros mais cometidos de forma voluntária ou involuntária por professores e instrutores durante as aulas.

1- Ignorar as individualidades dos alunos: Trabalhar com turmas, não exime um olhar individual por parte de quem leciona. Mulheres, adultos e idosos podem estar em uma mesma aula, aprendendo as mesmas técnicas, mas com uma velocidade de compreensão diferente.

Como melhorar: Durante o aquecimento, adeque o ritmo da contagem. Contar pausadamente permite a todos executarem a maior parte das repetições e garante um bom aquecimento a todos. Já no tempo disponibilizado para a execução das técnicas da semana, passe em cada dupla por no mínimo duas vezes (falamos sobre isso no PCI5). No caso de alunos idosos, pergunte se há alguma limitação física. Se houver, mostre ao aluno que é possível adptar a técnica ou usar outra que já lhe foi ensinada.

2- Corrigir publicamente: Aluno (as) podem se esquecer das regras de comportamento ou copiar ações de outros que venham errando nos treinos, por exemplo: ir ao banheiro sem a permissão do professor. Corrigi-lo na frente de todos, pode ser algo constrangedor e causar um mal estar na aula.

Como melhorar: Identificado o problema, mesmo que seja durante a aula, chame o aluno em individual e o atente sobre o ocorrido. Não use palavras grosseiras e nem o aponte. Apenas o oriente de que determinadas ações podem causar reflexos nas pessoas ao seu redor, além de omitir o respeito que se deve ter ao colega de treino e ao responsável pela aula.

3- Expressar autoridade com agressividade: Nas aulas infantis, onde nossos pequenos campeões parecem ter uma energia interminável, gritar ou elevar a voz de forma agressiva não desperta o valor do respeito, mas sim o medo dentro dos nossos pequeninos.

Como melhorar: As crianças vão se comportar e não podemos impedir isso. A forma como minimizamos a consequência desses comportamentos e a orientação prestada que garantirá uma boa aula. Aprenda mais sobre como aprimorar o seu programa GBK aqui.

 

 

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* Sugestão: Vale a pena ler o livro “Pais brilhantes & Professores Fascinantes” (Augusto Cury).

 

 

 

 

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